Modelo industrial
Manuela Moura Guedes surge hoje na capa de quase todos os jornais. Um feito notável, já que, para se acompanhar a amplitude facial da senhora teria de ir para as centrais. É o modelo industrial dos jornais em todo o seu esplendor.
Sexta-feira, Setembro 04, 2009
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Aériosport
Por estes dias, tenho visto resumos do Europeu de futebol feminino que decorre na Finlândia. As mulheres são muito mais leais e honestas a jogar do que os homens (não há piscineros...). Além disso, as suecas são as mais giras e merecem ganhar.
p.s. - ainda me falta ver o Islândia-Noruega, é certo; pode ser que consiga ver hoje ao final da tarde...
Por estes dias, tenho visto resumos do Europeu de futebol feminino que decorre na Finlândia. As mulheres são muito mais leais e honestas a jogar do que os homens (não há piscineros...). Além disso, as suecas são as mais giras e merecem ganhar.
p.s. - ainda me falta ver o Islândia-Noruega, é certo; pode ser que consiga ver hoje ao final da tarde...
Etiquetas:
Pontapé na bola
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
O que eu dava...
... para estar contigo na praia, de mão dada durante quilómetros de areia debaixo dos pés, com horas de conversa sobre tudo e sobre nada em particular, a contemplar as nossas sombras, a ter-te ao meu lado, a molharmos os pés e a sentir a maresia. Dava tudo para entrar no mar contigo e depois deitar-me na areia... dava tudo para ouvir o vento ao final da tarde e ver o pôr-do-sol ao teu lado como se fosse um postal ilustrado. Os jantares, o pequeno-almoço sempre com cheirinho a torradas e a café. Agora que a distância física acorda comigo, sei. De tudo.
... para estar contigo na praia, de mão dada durante quilómetros de areia debaixo dos pés, com horas de conversa sobre tudo e sobre nada em particular, a contemplar as nossas sombras, a ter-te ao meu lado, a molharmos os pés e a sentir a maresia. Dava tudo para entrar no mar contigo e depois deitar-me na areia... dava tudo para ouvir o vento ao final da tarde e ver o pôr-do-sol ao teu lado como se fosse um postal ilustrado. Os jantares, o pequeno-almoço sempre com cheirinho a torradas e a café. Agora que a distância física acorda comigo, sei. De tudo.
Terça-feira, Agosto 18, 2009
Ah pois é!
Como diz a música do Bob Dylan, "times they are a-changin".
Come gather 'round people
Wherever you roam
And admit that the waters
Around you have grown
And accept it that soon
You'll be drenched to the bone
If your time to you
Is worth savin'
Then you better start swimmin'
Or you'll sink like a stone
For the times they are a-changin'
Como diz a música do Bob Dylan, "times they are a-changin".
Come gather 'round people
Wherever you roam
And admit that the waters
Around you have grown
And accept it that soon
You'll be drenched to the bone
If your time to you
Is worth savin'
Then you better start swimmin'
Or you'll sink like a stone
For the times they are a-changin'
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
Etiquetas:
Queres quê?
Segunda-feira, Agosto 10, 2009
Francisco José
Ontem, em pleno decorrer de um almoço familiar, chegou através de um computador mesmo ao meu lado a música do Francisco José "Canta Guitarra Toca Baixinho". Mesmo tendo em conta que se trata de um tema de 1973, com todas as características inerentes à época, esta música ez-me lembrar de ti, pai. Cheguei mesmo a ouvir a tua voz, que tão bem entoava este refrão. Costumavas dizer, meio a brincar, meio a sério, que a tua vida poderia ter sido diferente, se antigamente houvesse as oportunidades que havia "hoje em dia" (então, naqueles dias em que contavas essas histórias). Tudo seria muito diferente, certamente. Mas não para pior ou para melhor. Apenas diferente. Certo é que me emocionei a ouvir um senhor que muito prezo e respeito e que adoraria que se tivessem conhecido. E lembrei-me de ti outra vez, pai.
Ontem, em pleno decorrer de um almoço familiar, chegou através de um computador mesmo ao meu lado a música do Francisco José "Canta Guitarra Toca Baixinho". Mesmo tendo em conta que se trata de um tema de 1973, com todas as características inerentes à época, esta música ez-me lembrar de ti, pai. Cheguei mesmo a ouvir a tua voz, que tão bem entoava este refrão. Costumavas dizer, meio a brincar, meio a sério, que a tua vida poderia ter sido diferente, se antigamente houvesse as oportunidades que havia "hoje em dia" (então, naqueles dias em que contavas essas histórias). Tudo seria muito diferente, certamente. Mas não para pior ou para melhor. Apenas diferente. Certo é que me emocionei a ouvir um senhor que muito prezo e respeito e que adoraria que se tivessem conhecido. E lembrei-me de ti outra vez, pai.
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